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Carreira Maternidade

Pais e empresas: a importância da rede de apoio

Para lá de qualquer profissional, está uma pessoa com passatempos, vontades, desejos e família. Por muito empenho que um profissional coloque na sua carreira, existe a necessidade de ser realizado noutras esferas da vida. No mercado de trabalho atual, assistimos frequentemente à fuga de profissionais para o estrangeiro ou, alternativamente, para grandes multinacionais com negócio em Portugal. Um dos motivos é muito simples: o profissional procura uma empresa que tenha uma cultura de apoio às famílias.

Quando tem filhos, o profissional passa a fazer um esforço constante para conseguir equilibrar família e trabalho. Este equilíbrio é frágil e o esforço pode ser esgotante. O resultado? Frustração, desmotivação, burnout, depressão. O futuro económico das empresas passa cada vez mais por reter talentos e proporcionar aos funcionários um ambiente e cultura do qual eles não queiram sair.

Nenhum homem é uma ilha, disse John Donne, e a verdade é que precisamos de ajuda de todos aqueles com quem convivemos diariamente (amigos, família, colegas, chefes, clientes…) para nos sentirmos realizados e felizes.

O conceito de rede de apoio não se limita ao círculo social da família. Colegas de trabalho, chefes e até mesmo toda a organização (enquanto entidade) são fundamentais para que a família se sinta apoiada. Alguns dos exemplos de atitudes que as empresas podem tomar para reforçar a rede de apoio das famílias:

  • Ter um ambiente de confiança e suporte, onde os pais se sintam confortáveis para partilhar dificuldades e pedir ajuda.
  • Permitir e incentivar o gozo total da licença de parentalidade.
  • Facilitar idas a consultas e reuniões escolares.

E qual é o benefício para as empresas? Retenção de talentos, mais empenho e motivação = maior produtividade.


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