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Alimentação e felicidade: pode a comida fazer-nos mais felizes?

Todas conhecemos aqueles minutos de felicidade quando abrimos uma caixa de bolachas. Mas, para lá desses cinco minutos, qual é o impacto que a alimentação tem no nosso corpo? Para além dos efeitos na saúde física, como é que o que comemos impacta o nosso estado de humor? No seguimento do Dia Mundial da Saúde Mental, aprofundamos o tema da alimentação e do humor.

Embora os alimentos não tenham o poder de curar uma depressão ou crises de ansiedade, existe algum poder nos alimentos que consumimos. Estudos indicam que determinados alimentos, quando consumidos com regularidade, podem alterar o nosso humor. Isto deve-se ao facto de despoletarem alterações estruturais (químicas e psicológicas) no nosso cérebro, o que pode levar a uma mudança de humor e até mesmo de atitude.

Se o simples ato de consumir alimentos saudáveis nos faz sentir melhor connosco próprias, é interessante também identificarmos quais os alimentos a consumir com maior regularidade para nos sentirmos mais felizes.

Consumir alimentos ricos em proteínas

Indispensáveis para quem pratica exercício físico com regularidade, as proteínas são também responsáveis pelo aumento da produção de dopamina e noradrenalina. Estas duas hormonas aumentam o nível de energia e combatem o estado letárgico. O consumo de proteínas faz com que nos sintamos com mais energia durante mais tempo.

Neste tema, é importante referir que as proteínas não existem apenas na forma animal. Para quem segue regimes vegan ou simplesmente pretende reduzir o consumo de proteína animal, o tofu e as leguminosas são excelentes fontes de proteína vegetal.

Escolher os carboidratos certos

Porque é que um prato de massa nos faz tão feliz? A resposta está no triptofano, uma substância que auxilia no processo de sintetização da serotonina (a hormona da felicidade). Por esta mesma razão, dietas onde os carboidratos são reduzidos, ou até mesmo eliminados, são, atualmente, desaconselhadas. No entanto, a resposta não está obrigatoriamente num prato de esparguete: a batata-doce, o milho e o mel são excelentes escolhas para substituir a tradicional massa.

Evitar o açúcar

É comum procurarmos alimentos processados doces para compensar picos de stress. Como justificação, dizemos a nós mesmas que é só daquela vez, que merecemos mesmo aquele bolo. Na verdade, existe uma justificação lógica: o açúcar serve de fonte de energia para responder ao stress que estamos a sentir. No entanto, a longo prazo, o açúcar funciona como uma dependência (tal como o tabaco e o álcool) a que o corpo vai criando resistência, pedindo sempre mais. Procura recorrer ao exercício físico e meditação em alternativa à compensação alimentar.


Resumindo, procura que a tua alimentação ajude o teu corpo, selecionando os alimentos ricos em nutrientes em detrimento daqueles que são apenas calorias vazias, sem qualquer benefício para a tua saúde física e mental.

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